Abr 262013
 

banco ABC Financeiro de Carlos Mota: Como abrir uma contaPronto para uma viagem aos meandros da conta à ordem?

Nos dias que correm, ter uma conta bancária é algo essencial para o dia-a-dia. Seja por segurança, por ser mais cómodo receber o seu vencimento ou mesmo por uma questão de facilidade e funcionalidade de movimentação do seu dinheiro.
Para o ajudar nesta escolha e porque o universo de soluções é muito vasto, o MeuPortalFinanceiro decidiu lançar um pequeno guia que o poderá orientar nesta matéria.

De referir que a abertura de uma conta à ordem implica alguns custos e, portanto, há que escolhere book abrir conta ABC Financeiro de Carlos Mota: Como abrir uma conta o banco de acordo com os serviços disponibilizados e as obrigações associadas. Assim, o essencial, antes de mais, é realizar uma pesquisa aprofundada e perceber que tipo de produto pretende.

A comodidade e a segurança são pilares base da gestão do dia-a-dia. Com tantos bancos e tantos produtos disponibilizados pelas instituições financeiras, é necessário fazer uma análise aprofundada para escolher o produto que melhor se adequa às necessidades de cada um.

E-Book - Como abrir uma conta

carlos mota editor ABC Financeiro de Carlos Mota: Como abrir uma conta

Nov 192012
 

preocupado Os conselhos da Mónica: Desabafos da vida modernaEste fim-de-semana deu-me para filosofar sobre temáticas dos dias de hoje. Não correu nada bem, fiquei com a moral desanimada! Vamos a confissões…

Li na Sábado o dossier exclusivo sobre emprego. Triste leitura a minha. Eu estou no mercado de trabalho há uns anos, e não foi por acaso que decidi fazer algumas, chamemos-lhes “inversões de marcha”, mas confesso que devo andar distraída nos últimos meses.

Provavelmente sou só eu, mas a leitura do artigo, que animadamente atesta haver mais de 300 vagas de emprego a preencher até Dezembro, deprimiu-me profundamente. Que é isto?! Será que algures no processo do recrutamento deixamos de contratar seres humanos e passamos a contratar robôs?

Vejamos, está visto que para tudo faz falta curso superior (nobre excepção: IKEA), mas gosto particularmente daqueles que especificam que não é preciso especificar nenhum… ou seja, tem de ter canudo, a área é completamente indiferente (Oi??!). É interessante porque também há empresas que seleccionam não pelo perfil do candidato mas pelo perfil da Universidade – tem de ser da X ou da Y. Continuar a ler »

Nov 132012
 

casa cartao credito Os conselhos da Mónica: Nos tempos que correm todo o cuidado é poucoSem querer dramatizar e, menos ainda generalizar, existem situações que nos colocam com a “pulga atrás da orelha”…

E a pergunta que se põe é simples: sabe todos os créditos que tem em seu nome?

Tem a certeza que nunca foi alvo de um pedido de financiamento falso? Jura que nunca ninguém falsificou a sua assinatura? Garante que não há nenhum cartão de crédito em seu nome?

Lamentavelmente, mesmo sem darmos conta, entregamos vezes de mais os nossos documentos. Basta pedirem-nos o NIF que entregamos na hora, não só o NIF, mas também o BI, de uma vez só, isto porque a maior parte de nós já tem cartão de cidadão.

A partir daqui falta apenas um comprovativo de morada e um recibo de vencimento. Hoje em dia, qualquer pessoa com alguma facilidade informática consegue facilmente fazer vários.

E pronto, a documentação “já cá canta”.

Com créditos habitação, créditos pessoais, cartões de crédito e outros créditos que por aí andam, saberá ao certo que créditos estão em seu nome? Continuar a ler »

Set 272012
 

analisar despesas Os conselhos da Mónica: Útil ou fútil? Analise as suas despesas!Os últimos tempos não têm sido fáceis para nós portugueses. Aliás, parece que não têm sido fáceis para muitos, mas confesso que as minhas preocupações têm sido com as nossas dores.

É provável que aconteça com mais pessoas, mas em mim instalou-se o Síndrome do Coelho – sempre que vejo alguém do governo a dirigir-se ao país começo “Ai Jesus, Pai Nosso que estais no Céu…”.

É interessante como o tempo e as experiências nos fazem reavaliar as nossas convicções. Creio que alguns dos portugueses hoje em dia se questiona se sequer vale a pena trabalhar, assim como assim o dinheiro no fim do mês mal chega para pagar as contas (na melhor das hipóteses ainda chega para pagá-las…).

Eu sempre fui formiga e não cigarra (ouviu Senhor Ministro?!), aliás, foi o grande respeito que tenho pelo dinheiro que me trouxe à Consultoria Financeira. Mas a verdade é que nunca como agora sou solidária com as cigarras.cigarra formiga Os conselhos da Mónica: Útil ou fútil? Analise as suas despesas!

Durante os últimos 20 anos fizeram-nos acreditar numa cultura onde se julgava sermos um país com potencial, onde a classe média se desenvolvia a olhos vistos, onde ser engenheiro ou doutor era o mínimo. Havia estímulos financeiros para trocar de casa, trocar de carro, ir de férias, mudar a mobília lá de casa, enfim, havia crédito para tudo e para todos. E tanto dinheirinho os bancos esperavam ganhar com essas “boas acções”…

E o que se ouvia nos telejornais? O que diziam os nossos governos (rosa ou laranja)? E a boa da oposição? Eu pessoalmente não tenho ideia de vê-los preocupados com a situação financeira onde as famílias iriam parar…

AGORA, QUE DEU MERDA…

Agora, que deu merda, é interessante perceber as reacções… “As famílias gastavam mais do que ganhavam“; “Era inevitável, não havia cultura de poupança familiar“; “As pessoas não sabem o valor do dinheiro, tinha de dar nisto“… Continuar a ler »

Set 242012
 

pague se Pague se a si mesmo em primeiro lugarHoje gostaria de lhe sugerir a implementação de uma nova rotina mensal…

Antes de pagar as suas contas, ou até mesmo antes de fazer as suas compras do mês no supermercado, coloque algum dinheiro de lado. Ou seja, assim que receber o seu ordenado e antes de pagar seja o que for, pague-se a si mesmo!

Tal como referi num artigo anterior do Poupa e Ganha, evitar a ida às compras logo após receber o ordenado é uma boa forma de se esquivar a gastos supérfluos.

Muita boa gente considera que a melhor forma de colocar algum dinheiro de lado, é depositar nas suas poupanças o dinheiro que sobra no final de cada mês. Nada mais errado! Neste artigo tentarei demostrar o porquê dessa não ser a melhor atitude a tomar.

DÊ PRIORIDADE À POUPANÇA

Passe a encarar a poupança como uma conta a liquidar imediatamente!

Se imediatamente após receber o seu ordenado, transferir uma percentagem do mesmo para uma conta poupança, evita que surjam situações ao longo do mês que adiem a sua poupança, tais como comprar peças de roupa nova, jantares em restaurantes, compras impulsivas, etc…

Como vê, ao agir desta forma, estará a restringir o montante com que pode contar para o resto do mês, evitando assim gastos supérfluos.

Talvez de início não lhe pareça simples definir a percentagem do salário que deverá colocar de parte, mas com o passar dos meses irá se apercebendo de qual a quantia ideal a transferir para a sua conta poupança.

ATINJA OS SEUS OBJECTIVOS, REALIZE OS SEUS SONHOS

Ver o dinheiro a crescer na sua conta poupança pode se tornar motivante, e com o passar do tempo vai “doendo” menos o acto de se pagar a si mesmo! icon wink Pague se a si mesmo em primeiro lugar

O montante acumulado na conta poupança poderá servir para a realização de um sonho, como a compra de uma casa, ou até para uma situação inesperada como uma avaria no seu automóvel, desemprego, etc.

O que acha desta estratégia? Já a coloca em prática?